Sempre um eterno outro olhar.
Andarilho, parecendo distante.
Mas no fundo só querendo buscar o novo.
Não pelo que o antigo seja ou não seja.
Mas para poder imprimir ao antigo, o melhor de mim para o
novo.
Às vezes até pareço não me importar.
Não é verdade, apenas sinto o vazio sobre o que dizer do
antigo.
Mas em pensamento, peço aos anjos.
Que nos levem a todos pelas mãos pelo melhor dos dois mundos.
ACastella (25.02.2013)
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